O voo da Força Aérea Brasileira (FAB) que seria responsável pela repatriação de brasileiros em Beirute, no Líbano, foi adiado por questões de segurança em meio à escalada de bombardeios que atinge a capital libanesa. A aeronave estava programada para recolher cidadãos que desejam deixar áreas de conflito no país nesta sexta-feira (10/04). As autoridades avaliam as condições da região e cogitam tentar uma nova decolagem amanhã (5). Fontes do Itamaraty informaram Correspondênciano entanto, que o adiamento é por tempo indeterminado.
Uma das alternativas em estudo seria utilizar uma rota pela Síria, mas esta opção também apresenta riscos devido à instabilidade na área. Se encontrarem uma solução viável hoje, o voo poderá ocorrer no sábado. Se os bombardeios continuarem, será suspenso novamente.
“Informamos que, por questões de segurança, o voo de repatriamento teve que ser adiado. Você será notificado oportunamente. Possivelmente sairá amanhã, 05/10”, dizia a mensagem enviada nas primeiras horas da manhã aos brasileiros no Líbano pelas autoridades envolvidas na missão de repatriação.
O Itamaraty emitiu nota confirmando o adiamento horas depois. “Como resultado do necessidade de medidas de segurança adicionais para os comboios terrestres que se dirigem ao aeroporto da capital libanesaa operação do primeiro voo de repatriação brasileiro não ocorrerá hoje. Novas informações sobre o voo serão divulgadas ao longo do dia”, informou o Itamaraty.
A FAB está utilizando uma aeronave KC-30 para repatriar brasileiros, a mesma aeronave que resgatou os repatriados na Faixa de Gaza. O avião, que tem capacidade para cerca de 220 pessoas, está em Lisboa, Portugal, e só deverá ir ao Líbano quando puder decolar novamente.
Cada decolagem da FAB exige negociação com as autoridades locais para determinar o horário e as rotas mais seguras, já que o conflito muda rapidamente. O território libanês está a ser alvo de ataques israelitas, que, segundo o governo israelita, visam atingir o grupo Hezbollah. A operação de repatriação foi intitulada pelo governo federal como “Raízes do Cedro”.
*Estagiária sob supervisão de Andreia Castro
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